Palavras ao Vento

ano VIII ...entre os catetos da hipotenusa e os versos do soneto...

Mais nada

Publicado por Cristiano Nadai under on quarta-feira, abril 27, 2011
24b8c341f2745c4d83ecf80a7f8e3be3-d3f14el De tudo o que não vivemos,
só boas lembranças me restou:
o sabor que projetei em seus lábios,
o coração disparado e a alma pedindo mais

De tudo isso um pouco fica,
um aperto vazio que pulsa no peito
e um cuidar com carinho ao pensar em teu nome

Mas nem todos os sonhos são pintados...
sei que o amar não pode ser pretensioso
me entrego em bandejas e não peço nada em troca

Hoje, ternamente espero que estejas bem
demando  apenas que prometas:
farás um pacto consigo
e lutará com toda a alma por felicidade

De resto, não lhe peço mais nada...
 
Devidos créditos >>> Imagem original: all things we love will die, por Alicja Rodzik.
 
Em off: Na falta de boas idéias, inspiração ou ao menos insistência, vós ofereço alguns versos baratos… :D
Mas, nos embriagando em sinceridade, já vivenciou algum momento em que isso te faria ao menos um pouco de sentido? Eu começo: Para mim já, há poucas folhas de calendário, mas que parece tão distante…

7 deixaram suas marcas:

Mi disse... @ 28 de abril de 2011 09:55

Nossa, pára tudo!
simplismente perfeito...
me pareceu um um pouco familiar...o que não deixa de ser triste, mas há mta beleza e sensibilidade nessas palavras, e eu amei.
beijo meu xuxu ;*

Cristiano Nadai disse... @ 28 de abril de 2011 18:32

@Mi,
Muito obrigado e que bom te ler por aqui!
Apesar de ser um quase poema apenas "razoável" huahua, acho que ele diz sobre muito do que vivemos :)

Ps: nós precisamos colocar o papo em dia!

Beijos

Juliana Santos disse... @ 30 de abril de 2011 23:13

De barato não tem nada joia rara, rs
lindas palavras, bem suave e sentimental!
bj

Fernando Montuan disse... @ 11 de maio de 2011 14:55

São dos mais simples e singelos poemas que nasceram as mais belas e lindas palavras, está de parabéns (:

Esyath Barret disse... @ 22 de maio de 2011 23:42

Cris,


até que enfim a boa casa como filha pródiga retorno...
Olha, gostei dos versos...
Acho que no fundo é um pouco difícil manter este desprendimento... ser tão aberto... pedindo apenas a felicidade a quem amamos... Que ele lute por si mesmo... Mas o mundo das idéias é utópico... na prática... geralmente quando amamos alguém e rompemos costumamos sentir... raiva... Mas acho que devemos agir/ser como neste post em todas as ocasiões....

Beijos (Des)conexos!
Saudades!!!!!

Edu Lazaro disse... @ 12 de junho de 2011 22:59

Maldita hora que as portam se fecham e tudo só continuaria numa realidade alternativa! Bem, da poesia, está muito boa!

Fabiane Finger disse... @ 30 de janeiro de 2012 16:34

Fiquei realmente impressionada.Palavras fortes,sentimentos fortes e muita simplicidade no poema.Apesar de não ser dito, me passou o sentimento de "amor para sempre".
Parabéns pelo trabalho!

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